Seguro Automóvel, um amigo a seu lado

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Ter um carro é, de facto, uma grande vantagem quando temos de nos deslocar. No entanto, pode ser grande dor de cabeça quando ocorre um imprevisto, caso não tenha o seguro com as melhores coberturas.

Mas quais são, afinal, as melhores? Em boa verdade, são aquelas que precisa na hora de perda. Assim, o mais seguro é tê-las conforme as suas necessidades. Descubra porquê com estas histórias.

 

Quando a experiência não basta

A dona Getúlia era uma condutora insigne, que tirara a carta há 40 anos e nunca tivera um acidente no seu Fiat 600. Confiava plenamente nas suas capacidades como condutora, mas tal não impediu que, em dia ominoso, acordasse na cama do hospital, em virtude de um acidente automóvel. Apesar de estar com situação médica estável, teve de ficar hospitalizada uma semana.

Naquele dia de neve e frio, o asfalto da autoestrada tornou-se numa pista de gelo. A dona Getúlia não teve grande controlo sobre a direção do carro, pelo que, quando avistou um Bugatti Chiron, viu-se, impotente, a ir em direção ao superdesportivo.

A conta final era avultada, mas era algo que não preocupava a condutora do Fiat 600, mesmo tendo sido ela a culpada do acidente. Afinal, a reparação dos dois carros e a hospitalização da Dona Getúlia foram pagos pelo seguro, que ainda lhe deu veículo de substituição. Apesar de tudo, a senhora pôde respirar de alívio graças à prudência que um dia teve em escolher as coberturas certas.

 

O carro roubado

A Raimunda tinha comprado um carro novo havia pouco tempo e estava empolgada em mostrá-lo à família. Estacionou-o à porta da sua vivenda e, no dia seguinte, o entusiasmo tornou-se aflição ao ver que lho tinham roubado.

Ela sabia que precisava mesmo do seu meio de transporte quer para ir ao trabalho quer para levar os seus filhos à escola. Aflita, contactou o seu agente de seguros a relatar o sucedido e responderam-lhe que lhe iam dar um carro de substituição até que a situação fosse resolvida. O único inconveniente que a seguradora não pode evitar foi mesmo a desilusão da Raimunda por não poder mostrar o carro novo aos pais e aos amigos.

 

“Foi o cão que me distraiu” – porque a culpa nunca é nossa

Belarmino é um condutor prudente e um amante de animais incondicional. Estava um dia luminoso quando levava o seu cão para um passeio na montanha, de carro. No entanto, o latir persistente do seu companheiro foi a distração suficiente para que, perante uma curva apertada, Belarmino embatesse na traseira de outra viatura. Apesar de ele não ter sofrido lesão alguma, o cão teve de ser visto pelo veterinário e o seu carro reparado.

As reparações requereram quantias elevadas e a consulta do cão também. No entanto, a Seguradora dele, como companheira de longa viagem, pagou todas as despesas do acidente.

 

Como foi observado, os protagonistas destas histórias apenas puderam ficar tranquilos perante o imprevisto porque, na hora de escolher o seguro para o automóvel, seguiram o conselho do seu mediador e escolheram as coberturas adequadas à sua situação atual de vida. Claro que todos podem escolher a opção mais económica, mas caso não esteja ajustada às suas necessidades podem ter de confrontar um imprevisto desembolsando as suas poupanças.

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Author
Equipa Septor
Publicado a
24 de Agosto, 2020
Tempo de Leitura
3 minutos
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